De acordo com o diretor de Planejamento Urbano do Ministério das Cidades, Benny Schasberg, embora venha sendo utilizado há várias décadas, até 2001, o plano diretor tinha um caráter meramente técnico, sem a participação da sociedade.
"Assim, distantes da realidade, após se tornarem leis, eles eram engavetados, já que não eram ferramentas práticas de gestão e planejamento", afirma Schasberg. O Estatuto da Cidade (Lei 10.257, de 2001) prevê que durante a elaboração do plano os poderes Executivo e Legislativo promovam audiências públicas e debates com a comunidade, além de tornar públicos os documentos e as informações produzidas.”
Agencia Brasil
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