É o que revela o relatório de Política Fiscal, relativo a outubro, elaborado pelo Departamento Econômico do Banco Central. O documento justifica a redução como resultado do bom superávit primário consolidado (União, estados, municípios e empresas estatais) de R$ 10,5 bilhões no mês e da elevação do Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) utilizado na valorização do PIB nominal.
No ano, a dívida líquida do setor público acumula queda de 2 pontos percentuais em relação ao PIB, em decorrência, principalmente, do superávit primário (economia para pagamento dos juros da dívida), da valorização do PIB e do aumento de 8,5% da cotação do real em relação ao dólar norte-americano, além de efeitos residuais das privatizações.
O relatório do Banco Central contabiliza a dívida bruta do governo geral (mais Instituto Nacional de Seguro Social e governos regionais) em R$ 1,514 trilhão em outubro, equivalente a 71,8% do PIB, o que também mostra redução comparativa com os R$ 1,511 trilhão de setembro, quando equivalia a 72,6% do PIB.”
Stênio Ribeiro / Agência Brasil
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