De Chatô a Aécio, a longa agonia do “Estado de Minas”

Fernando Brito, Tijolaço 

"Para quem completou ontem 38 anos desde que sentou pela primeira vez a escrever numa redação de jornal, em O Globo,  ver morrer um jornal não é uma novidade, mas é sempre uma tristeza. Trabalhei em dois que se foram – Ultima Hora e Tribuna da Imprensa e vi o velho JB encolher o tamanho das folhas até desaparecer do papel e o Jornal dos Sports, que a gurizada do colégio disputava para ver as tiras do Henfil e, depois, o resultado dos concursos da Escola Técnica Federal e do vestibular da Cesgranrio, suando frio até encontrar o nome lá.

Anteontem, publiquei aqui as histórias do Diário de Notícias e as ideias nem sempre tão loucas de Jânio Quadros, depois a morte do jornal, narradas pelo eterno professor de milhares de jornalistas, Nílson Lage. Pelas mãos dele chega a mim, hoje, outro precioso relado da morte – ainda não de todo morrida – de outro grande jornal, O Estado de Minas, feito pela jornalista – e professora do Departamento de Comunicação Social da UFMG – Ângela Carrato."
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