Renan culpa Cunha e afirma que vai remover manifestantes do Congresso

Jornal GGN

Após um manifestante que acompanha um grupo acampado em frente ao Congresso disparar tiros em meio a um ato de mulheres do movimento negro, nesta quarta (18), o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB), decidiu agir e anunciou investigação e remoção dos simpatizantes do impeachment de Dilma Rousseff e intervenção militar.

Segundo informações do jornalista Kennedy Alencar, Renan sempre foi a favor da desocupação do local, mas respeitou a autorização dada por Eduardo Cunha (PMDB), presidente da Câmara, àqueles que queriam acampanhar como forma de protesto contra o governo petista.

De acordo com o jornalista, Renan refletiu sobre dar a ordem de retirada por medo de "um confronto com feridos entre polícia e manifestantes. Nos bastidores, o presidente do Senado diz que a culpa pelo descontrole sobre manifestantes é de Cunha", afirmou.

Mas, o portal G1 publicou nesta quinta (19) que Renan prometeu remover o grupo em três ou quatro dias. "Ele também anunciou que pediria investigação à Polícia Federal e à Polícia Militar do Distrito Federal sobre tiros e bombas lançadas por manifestantes contra a marcha de mulheres negras no início da tarde. Dois policiais civis foram presos após a confusão. Pelo menos um dos detidos faz parte do grupo que está acampado em frente ao Congresso."
O presidente do Senado disse, ainda, que a confusão desta quarta "é um precedente terrível, porque a violência acaba minando a democracia".

Com informações do Blog do Kennedy Alencar e G1

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