O impítim racha o Brasil geograficamente


"Os colonistas amestrados não leram a Carta dos Governadores …

Paulo Henrique Amorim, Conversa Afiada

O projeto do impítim não vai a lugar nenhum, como se sabe.

Não passa de um projeto de sobrevivência do Aecím, que pretende disputar com Geraldo Alckmin a gloria de ser o tucano derrotado em 2018.

É também um exercício de sobrevivência do PiG e seus colonistas (no ABC do C Af) amestrados, que precisam justificar magros salários.

É um ritual onanístico de quem acredita que Brasília é o centro do Brasil e que tudo se resolve num café da manhã na residência oficial do Presidente da Câmara, num encontro daqueles que o Ricardo Melo chamou de conspiradores.

O PiG e os colonistas amestrados ignoraram dois documentos recentes que merecem destaque.

O primeiro documento que o PiG finge que não vê é o pronunciamento do Papa aos Movimentos Sociais.

O Papa peronista entrou no index da Casa Grande – e, logo, dos colonistas amestrados.

(Não deixe de ver, amigo navegante, o que aqui disseram sobre o Papa o Leonardo Boff, Alfredo Bosi e Fábio Konder Comparato).

A aventura do impítim não vai adiante, como disse o Ciro Gomes, porque o povo vai pra rua, com ele e outros à frente !

Ah, dirá um amestrado: o PT não põe ninguém mais na rua !

Mas, o Ciro bota, como percebeu o amigo navegante.

O Ciro, o Flavio Dino e TODOS os governadores do Nordeste.

TODOS !

E aí se chega ao segundo documento que a Casa Grande – e seus amestrados trombones – finge que não leu.

O que o Flavio Dino assinou, a Carta dos Governadores pela Lei e a Ordem (e pelo mandato da Dilma !).

A aventura do impítim – impossível !, disse Dino – é para rachar o Brasil geograficamente.

O Nordeste de um lado.

E São Paulo, na Secessão, no outro.

Sim, porque a sede do Golpe não é na casa do Presidente da Câmara.

É em São Paulo, a cidade mais parecida com Munique e Milão, a Munique pré-hitlerista e a Milão pré-fascista.

A Globo transmite para São Paulo, vive do BV de São Paulo.

O Globope, que dá suposta, diria a Fel-lha (ver no ABC do C Af), legitimidade à publicidade que a SECOM derrama na Globo, o Globope se mede em 2 mil famílias (quais ?) na Grande São Paulo.

E o Globope, como se sabe, não entra nas favelas.

(Como diz aquele amigo navegante, que se assina como especialista cearense em mídia técnica: não precisa de Ley de Medios, não. É só cortar a verba de publicidade e dizer – vem cá, Neném, vem conversar, Neném…)

A aventura do impítim tem essa peculiaridade: opõe São Paulo ao Nordeste !

Racha o Brasil ao meio.

Como pretendia a Guerra da Secessão de 1932.

E como insinuou o Príncipe da Privataria, quando disse que o eleitor do PT é um burro (ele chamou de “desinformado”, porque muito nordestino não estudou na USP…)

E como disse aquele colonista da GloboNews, que chamou o nordestino de bovino e está lá até hoje, à espera de um e-mail.

O Nordeste começou a perder a serventia para os paulistas.

Ou melhor, São Paulo não tem mais serventia para os nordestinos.

Porque o nordestino não precisa mais mendigar sub-emprego em São Paulo.

Porque no Nordeste tem emprego.

O Ceará, por exemplo, me disse o Ciro, cresce a 3,5% por cento ao ano !

E porque não tem mais retirante faminto, morrendo de sede em cima de pau e arara.

Porque não falta agua no Nordeste.

Falta em São Paulo …

O blefe conspiratório do impítim tem esse viés geográfico.

Velha aspiraçao da Casa Grande e seus serviçais – alguns se reúnem na residência oficial do Presidente da Câmara – o objetivo submerso é rachar o Brasil ao meio e levar São Paulo para o Hemisfério Norte.

Para a Grécia, Itália, Espanha, Portugal, Irlanda …

Porque, além de não saber falar inglês, a pseudo elite paulista – a pior do Brasil, segundo o Mino – não fala alemão."

NAVALHA

E o Cerra, hein, amigo navegante?
“A elite da elite” de São Paulo!
Quá quá, qu;á !
Só mesmo o detrito sólido de maré baixa (no ABC do C Af) para chamar o Cerra de elite da elite!
Ou a Eliane Tucanhede, que o chamava de “o mais consistente”!
O Nassif jogou o consistente inteirinho na Lava Jato.
O que fará o Dr Moro?
Dar-lhe-á o mesmo tratamento moroso que dedica àquele tucano que se confunde com inusitado fenômeno meteorológico, a chuva de dinheiro?
Como disse um ansioso blogueiro, vamos ver se o dos chapéus vai continuar a defender os métodos da Lava Jato…

Paulo Henrique Amorim

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