OAB exige 'respeito' do ministro Gilmar Mendes


"A Ordem dos Advogados do Brasil, presidida por Marcus Vinícius Furtado Coêlho, reagiu com firmeza à entrevista concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, ao 247; nela, Gilmar afirmou que a OAB foi "laranja do PT", ao propor uma ação direta de inconstitucionalidade contra o financiamento empresarial de campanhas políticas; "Essa afirmação descabida e desrespeitosa não está à altura da liturgia e educação que se aguarda de um dos membros do STF", diz o texto; "Com a declaração o ministro atinge não somente a OAB, mas também os seis ministros do Supremo que votaram a favor da ação que discute o financiamento de empresas nas eleições. Seriam os seis ministros laranjas?"; em julgamento no STF, seis ministros votaram contra o financiamento empresarial, mas o caso foi suspenso por um pedido de vista do ministro Gilmar, há mais de um ano; confira a íntegra da nota

Brasil 247

A Ordem dos Advogados do Brasil, presidida por Marcus Vinícius Furtado Coêlho, reagiu com firmeza à entrevista concedida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, ao 247.

Nela, Gilmar afirmou que a OAB foi "laranja do PT" (leia aqui), ao propor uma ação direta de inconstitucionalidade contra o financiamento empresarial de campanhas políticas. 

"Essa afirmação descabida e desrespeitosa não está à altura da liturgia e educação que se aguarda de um dos membros do STF", diz o texto.
Confira, abaixo, a íntegra:

"A OAB exige respeito do ministro Gilmar Mendes.  Essa afirmação descabida e desrespeitosa não está à altura da liturgia e educação que se aguarda de um dos membros do STF (Supremo Tribunal Federal).

Com a declaração o ministro atinge não somente a OAB, mas também os seis ministros do Supremo que votaram a favor da ação que discute o financiamento de empresas nas eleições.

Seriam os seis ministros laranjas?

A ação da Ordem dos Advogados do Brasil foi proposta em 2011, há 4 anos, subscrita pelo então presidente Ophir Cavalcante, que sempre manteve equidistância dos partidos políticos,  postura de todos os presidentes da OAB".

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