Caso Odebrecht provoca “barraco” aristocrático. Está mesmo down no high-society


Fernando Brito, Tijolaço 

"Tem ar de tragicomédia o bate-boca da “socialite” Ana Amélia de Mello Franco com a Odebrecht, por conta do uso de um terreno que, alega ela, é propriedade de sua família desde que Copacabana, Ipanema e Leblon eram apenas imensos areais, há 120 anos.

Ela postou no facebook da Odebrecht até um “praga” contra o fundador da empresa, Emílio Odebrecht:

“Deus esta lhes mostrando que ser incorreto,não prospera ,tanto que seu filho devido a todos os desmandos e atos obscuros,se encontra prezo(sic) ,e o senhor precisa acertar e pagar o que nos deve“.

O curioso disso tudo é que Mme. Ana Amélia é “coxinha” que dói, furiosa e sem-noção, posta videos contra Dilma e lembrando à Marilena Chauí dizendo que a classe média é importante geradora de empregos de faxineira e babás.
E, pérola das pérolas, foi apontada criminalmente ao sugerir a desapropriação – enquanto defende os seus com unhas, dentes e brioches – dos bens dos descendentes brasileiros de judeus!

O que lhe valeu, até mesmo, o veto de seu partido, o PPS, numa candidatura a deputada.

Ela negou a autoria depois, mas seus comentários são cheios de preconceitos e brutalidade.

A aristocracia brasileira é linda!

Décadence sans élégance…

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