O novo ministro do STF defende a reserva de mercado da mídia


O novo ministro tem muita proximidade com a Globo

Paulo Nogueira, Diário do Centro do Mundo

“Se alguém tivesse que dar uma instrução ao novo integrante do STF, Luís Roberto Barroso, seria mais ou menos assim: “Amigo, observe tudo que seus companheiros fazem com atenção. E depois faça o oposto.”

Barroso substitui uma pequena calamidade chamada Ayres Brito. O maior legado de Ayres Brito foi privar a sociedade brasileira do direito de resposta na mídia em casos de calúnia e difamação.

Depois, ele conseguiu entender que não havia conflito de interesses na relação justiça e mídia e fez um sofrido prefácio para o livro – a esta altura completamente morto, dados os novos fatos – de Merval Pereira sobre o mensalão.

Seria de supor que Dilma, depois da barbeiragem espetacular na escolha de Luiz Fux, tenha sido mais cuidadosa ao optar por Barroso.”
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