Economia aquecida: vendas no comércio varejista sobe 3,5% no primeiro trimestre do ano


Flávia Villela, Agência Brasil
 
“O volume de vendas do comércio varejista registrou variação de -0,1% em março na comparação com fevereiro, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os dados divulgados hoje (15) apontam também que apesar da queda no volume de vendas, a receita nominal subiu 0,8% na mesma comparação.

Na comparação com março de 2012, o volume de vendas do varejo nacional cresceu 4,5%. Nos três primeiros meses do ano, o índice registra alta de 3,5% e no acumulado dos últimos 12 meses, a variação positiva é 6,8%.

Já o comércio varejista ampliado (que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças, além de material de construção) registrou, em relação a fevereiro, altas de 0,2% para o volume de vendas e de 0,4% para a receita nominal. No acumulado do ano, o setor cresceu 3,8% no volume de vendas e 8% na receita nominal. Já no acumulado dos últimos 12 meses, comércio varejista ampliado registrou alta de 7,2% para o volume de vendas e 9,1% para a receita nominal de vendas.

Entre fevereiro e março, o volume de vendas caiu mais nos setores equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (-5,2%); livros, jornais, revistas e papelarias (-2,9%) e hipermercados, supermercados, bebidas e fumo (-2,1%). Seis das dez atividades pesquisadas obtiveram resultados positivos para o volume de vendas, com destaque para tecidos, vestuário e calçados (3,9%); combustíveis e lubrificantes (2,4%) e veículos e motos, partes e peças (1,9%).

Em relação a março de 2012, duas das oito atividades do varejo tiveram quedas no volume de vendas: equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,2%) e móveis e eletrodomésticos (-0,8%). As demais atividades que registraram variações positivas são hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (4%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (14,9%); tecidos, vestuário e calçados (5,9%); combustíveis e lubrificantes (3,6%); artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (4,7%) e, por fim, livros, jornais, revistas e papelaria (3,9%).”

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