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Imagem capturada
do vídeo da B'Tselem
mostra assentado
atirando contra
palestinos
enquanto soldados
de Israel
observam.
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José Antonio Lima, CartaCapital
"Uma sequência de três vídeos divulgados
pela organização não governamental israelense B’Tselem mostrou de forma clara como a existência de
assentamentos nos territórios ocupados da Cisjordânia é destrutiva para o
processo de paz entre Israel e os palestinos.
Os vídeos, gravados no sábado 19, flagram
um confronto entre israelenses do assentamento de Yitzhar e palestinos da vila
vizinha de Asira al-Qibliya. É possível ver nas imagens gente dos dois lados
atirando pedras contra os rivais, num confronto, aparentemente, em igualdade de
condições. Em determinado momento, no entanto, as coisas mudam. Entre os
assentados, há pelo menos três portanto armas automáticas. Dois estão com fuzis
(provavelmente do tipo M4), um com uma pistola automática; os três atiram
contra os palestinos enquanto são observados por homens fardados, aparentemente
soldados israelenses. Momentos depois, um rapaz palestino (que antes jogava
pedras contra os israelenses) é carregado com um ferimento na cabeça e muito
sangue escorrendo em seu rosto e pescoço.
De acordo com a B’Tselem, o confronto teve
início quando um grupo de israelenses deixou o assentamento e tentou colocar
fogo em construções na vila palestina. Avraham Binyamin, porta-voz do
assentados daquela área, disse à agência Associated
Press que os palestinos atacaram os israelenses quando estes estavam
tentando apagar um incêndio. Descobrir quem está certo servirá apenas para
resolver o caso do jovem ferido (mais tarde identificado como Fathi Asayira, de
24 anos), mas esta investigação não pode esconder duas verdades que Israel
teima em negar. A
primeira tem repercussões práticas e diplomáticas para o processo de paz: os
assentamentos, e os assentados, não poderiam nem mesmo estar neste pedaço de
terra chamado de Cisjordânia e constituem uma violação da lei internacional. A
segunda tem consequências emocionais: os conflitos na região corroem ainda mais
o relacionamento entre os dois povos.”
Foto: AFP
Artigo Completo, ::Aqui::



7 comentários:
Para Israel, não basta ocupar o territorio dos outros, também tem matar.
è um absurdo mestes assentamentos, e a ONU não faz nada para contelos. Cotadinhos dos Isrealenses.
Henrique
Quero ver alguem com uma arma na mão e dezenas de pessoas atirando pedra contra e o individuo não usar a arma. Falar de Israel e dos judeus é facil, quero ver estar no lugar deles recebendo pedradas e misseis a todo momento e ainda por cima ser julgado por todo mundo como os bandidos da situação. Mas o mundo esquece que quem derrubou as torres gemeas foram os arabes justamente em favor dos palestinos.
tanto palestinos como israelenses sao um bando de idiotas. ja convivi com ambos , conclusao: bando de primitivos!
Por todas as informações que me foram passadas durante o colégio e estudando todos as matérias em jornais e revistas, só conclui que mesmo que Israelenses tendo suas razões, eles serão sempre os invasores. Independente do que passaram em toda a sua história, a ONU de forma política e estúpida, jogar de "paraquedas" o povo de Israel em cima do território Palestino, com apoio financeiro e bélico do EUA, será sempre reprovado pelo resto do mundo e pelas próximas gerações. Se um estranho invadir minha casa e eu tentar barra-lo com paus e pedras ou o que estiver ao meu alcance, e este estranho me agredir com uma arma, quem será o covarde??????????????
judeus... usam do massacre do holocausto para justificar seus atos.
simplesmente.... bando de retardado seguidor de ALÁ. Menos religião e mais ciência né.
Na minha opinião qualquer um que coloca um "Deus" na frente de suas barbáries ou lutas é um imbecil,respeito, porém emito a meu pensamento,a questão não passa apenas por alguém jogar pedras ou misseis ou derrube as torres da potência que endossa os absurdos cometidos por Israel, os assentamentos são há muito uma transgressão tanto diplomática quanto humanitária, uma vez que Israel vem tomando posse de territórios que não lhe pertencem, e não me venha dizer que foi"Deus" que lhes deu este direito (BALÉLA)
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