Eberth Vêncio, Revista Bula
“É como diriam São Francisco de Assis,
Bruna Surfistinha e Os Anões do Orçamento (num país de escândalos diuturnos,
será que alguém ainda se lembra deste bando de engravatados?): “É dando que se
recebe”. Mesmo não sendo santo, ex-prostituta ou deputado corrupto,
proporcionarei aos leitores desta crônica, sem qualquer ônus ou favorecimento
financeiro, e com o espírito absolutamente franciscano, dicas incríveis de
pseudônimos para duplas de cantores (?!) sertanejos (?!).
Abandonado à própria sorte, ceifado de
qualquer nesga inspiratória relevante e inteligente, a mim ocorreu redigir um
texto de linhagem conspiratória e, quem sabe, até mesmo risível (se não,
desprezível). Eu pretendia bolar, concatenar, gastar tempo, cumprir obrigações
legais e satisfações morais junto ao editor, garantindo um texto, arrancando
sangue da pedra.
Então, num rompante de apelação, enumerei
codinomes implausíveis para duplas de cantores sertanejos com gel nos cabelos,
criaturas anônimas interessadíssimas no estrelato a qualquer custo, na riqueza
e na respeitabilidade que a fama proporciona, ainda que a suposta celebridade
seja uma besta quadrada, um redondíssimo zero à esquerda do ponto de vista
cultural-intelectual. É claro: para que o sucesso venha a rodo neste
prostituído universo da música comercial, fundamental será que se evite,
sobretudo, acatar a lista abaixo. Ela é poço de cinismo e sarcasmo.”
Lista (Artigo) Completa, ::Aqui::



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