“O presidente deposto de Honduras, Manuel Zelaya, informou que voltará este domingo (05) ao seu país. Ele disse que desembarca no Aeroporto Internacional de Tegucigalpa, acompanhado por vários presidentes e membros da comunidade internacional, entre eles, Rafael Correa (Equador) e Cristina Kirchner (Argentina). Zelaya convocou todos os movimentos sociais e a população em geral para que se mantenham pacificamente nas ruas e o acompanhem em seu regresso.
Vermelho.org / Juventud Rebelde
Ele advertiu aos golpistas que estão "cercados" por todos os governos do mundo e os convidou a desistir desta postura."Há um repúdio geral, em nível mundial, a essas ações dentro na nação. Esses atos não passarão em vão. Terão que prestar contas nos tribunais internacionais por suprimir liberdades e reprimir o povo", disse o presidente em anúncio transmitido pela emissora Telesur.
Zelaya convocou todas as organizações sociais a manterem-se em resistênia contra o governo de fato e pediu que o façam sem armas e que deixem a violência para as autoridades que estão no poder. "Peço a agricultores, donas de casa, amigos, políticos, empresários, que me acompanhem em meu regresso (...) Não podemos perder o nosso direito de escolher. Estou disposto a fazer qualquer sacrifício para obter a liberdade da nação", disse.
Zelaya reiterou que está é uma grande oportunidade para demosntrar ao mundo "que somos capazes de ir adiante apesar dos obstáculos desta seita criminosa que hoje pretende apropriar-se dos destinos da nossa nação."
Ele comunicou que este domingo volta a Honduras para "fazer cumprir aquilo que temos defendido em nossas vidas, que é a vontade de Deus através da vontade do povo."
"O destino da minha vida está ligado ao destino do povo hondurenho", disse o chefe de Estado, que recontou os acontecimentos do último domingo, quando foi sequestrado e levado para fora de seu país pelas Forças Armadas de Honduras, "que hoje estão em conluio com a elite voraz que asfixia o nosso povo".
Matéria Completa, ::Aqui::
Vermelho.org / Juventud Rebelde
Ele advertiu aos golpistas que estão "cercados" por todos os governos do mundo e os convidou a desistir desta postura."Há um repúdio geral, em nível mundial, a essas ações dentro na nação. Esses atos não passarão em vão. Terão que prestar contas nos tribunais internacionais por suprimir liberdades e reprimir o povo", disse o presidente em anúncio transmitido pela emissora Telesur.
Zelaya convocou todas as organizações sociais a manterem-se em resistênia contra o governo de fato e pediu que o façam sem armas e que deixem a violência para as autoridades que estão no poder. "Peço a agricultores, donas de casa, amigos, políticos, empresários, que me acompanhem em meu regresso (...) Não podemos perder o nosso direito de escolher. Estou disposto a fazer qualquer sacrifício para obter a liberdade da nação", disse.
Zelaya reiterou que está é uma grande oportunidade para demosntrar ao mundo "que somos capazes de ir adiante apesar dos obstáculos desta seita criminosa que hoje pretende apropriar-se dos destinos da nossa nação."
Ele comunicou que este domingo volta a Honduras para "fazer cumprir aquilo que temos defendido em nossas vidas, que é a vontade de Deus através da vontade do povo."
"O destino da minha vida está ligado ao destino do povo hondurenho", disse o chefe de Estado, que recontou os acontecimentos do último domingo, quando foi sequestrado e levado para fora de seu país pelas Forças Armadas de Honduras, "que hoje estão em conluio com a elite voraz que asfixia o nosso povo".
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