Servidores públicos do sul pedem o impeachment de Yeda

Com a promessa de não engavetamento pedido dos Servidores fundamenta-se nas últimas revelações de corrupção tornadas públicas pelo ex-integrante da campanha e empresário Lair Ferst

Thiago Domenici, Revista Brasil

O Fórum dos Servidores Públicos Estaduais protocolou nesta quarta-feira (8) na presidência da Assembléia Legislativa um pedido de impeachment da governadora Yeda Crusius (PSDB).

A ideia do pedido é que se abra processo por crime de responsabilidade contra a governadora e que como consequência ela deixe o cargo além de perder o exercício da função pública por cinco anos.

Segundo a legislação federal, crimes de responsabilidade são atos de improbidade administrativa, descumprimento do orçamento e desrespeito às leis.”
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Secretário da Transparência do RS pede demissão

Portal Terra

"A governadora do Rio Grande do Sul, Yeda Crusius (PSDB), aceitou nesta quinta-feira o pedido de demissão do secretário da Transparência e Probidade Administrativa, Carlos Otaviano Brenner de Moraes. Em nota, Yeda convidou o atual chefe adjunto da Casa Civil do Governo do Estado, Francisco Luçardo, para assumir interinamente a Secretaria.

A assessoria do governo não informou o motivo da saída de Brenner. Ele estava no cargo desde outubro do ano passado.

A secretaria foi criada em abril de 2008 como uma forma de amenizar as denúncias de corrupção envolvendo o governo de Yeda. Em menos de onze meses, este é o segundo secretário que se demite da pasta. A primeira titular, Mercedes Rodrigues, deixou o cargo com a alegação de que o governo não viabilizava a criação de um projeto contra a corrupção.

O governo de Yeda tem sido alvo de acusações desde a Operação Rodin, da Polícia Federal, que investigou um suposto esquema envolvendo fraudes em contratos de prestação de serviços da Fundação de Apoio à Tecnologia e Ciência (Fatec) e Fundação para o Desenvolvimento e Aperfeiçoamento da Educação e da Cultura (Fundae) para o Detran, e que causou o desvio de aproximadamente R$ 44 milhões dos cofres públicos, segundo estima o Ministério Público.”
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