“Documentos, que confirmam execução de guerrilheiros, estão guardados há 32 anos por militar que participou da operação na década de 70
Gustavo Uribe, O Estado de São Paulo
O tenente-coronel da reserva Sebastião Curió Rodrigues de Moura, mais conhecido como major Curió, poderá ser intimado a entregar ao poder público documentos que teria em seu poder sobre a Guerrilha do Araguaia, que atuou de 1972 a 1975. Pedido com esse objetivo acaba de ser encaminhado à Justiça Federal, em Brasília, por representantes da Advocacia-Geral da União (AGU).
No pedido apresentado à juíza Solange Salgado, da 1ª Vara Federal, a AGU quer que o militar seja convocado para prestar esclarecimentos sobre arquivos que teria em seu poder e poderiam ajudar na busca de mortos e desaparecidos. Curió, que teve papel destacado na caça aos guerrilheiros, guarda há 32 anos documentos e anotações que confirmam a execução de prisioneiros.
Foram esses documentos, revelados pelo Estado, que trouxeram à tona novas informações sobre o conflito. Uma das mais relevantes é que o número de prisioneiros mortos pelos militares foi maior do que se sabia até agora. Pelas notas de Curió, foram 41 execuções, não 25.”
Matéria Completa, ::Aqui::
Gustavo Uribe, O Estado de São Paulo
O tenente-coronel da reserva Sebastião Curió Rodrigues de Moura, mais conhecido como major Curió, poderá ser intimado a entregar ao poder público documentos que teria em seu poder sobre a Guerrilha do Araguaia, que atuou de 1972 a 1975. Pedido com esse objetivo acaba de ser encaminhado à Justiça Federal, em Brasília, por representantes da Advocacia-Geral da União (AGU).
No pedido apresentado à juíza Solange Salgado, da 1ª Vara Federal, a AGU quer que o militar seja convocado para prestar esclarecimentos sobre arquivos que teria em seu poder e poderiam ajudar na busca de mortos e desaparecidos. Curió, que teve papel destacado na caça aos guerrilheiros, guarda há 32 anos documentos e anotações que confirmam a execução de prisioneiros.
Foram esses documentos, revelados pelo Estado, que trouxeram à tona novas informações sobre o conflito. Uma das mais relevantes é que o número de prisioneiros mortos pelos militares foi maior do que se sabia até agora. Pelas notas de Curió, foram 41 execuções, não 25.”
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