“Enquanto Israel ignora a decisão de sua Suprema Corte, determinando o acesso de jornalistas à faixa de Gaza, os serviços de informação do país continuam sua estratégia de exploração de todos os tipos de mídia para apresentar argumentos favoráveis à ofensiva.Apesar de ter aberto nesta sexta-feira (2) a passagem de Erez para a saída de donos de passaportes estrangeiros, os israelenses não autorizaram a entrada da imprensa. Na quarta-feira (31), ordem judicial determinou o ingresso de jornalistas à área atacada quando a fronteira com Israel, no norte da faixa de Gaza, abrisse por razões humanitárias.
"A passagem hoje [sexta-feira] estava sobrecarregada com a retirada emergencial das pessoas", justificou o porta-voz do Exército Peter Lerner. Ele acrescentou que o acesso pode ser permitido amanhã.
Em contraste com a situação dos jornalistas barrados, as forças israelenses divulgaram imagens de caminhões carregados de mantimentos ingressando o território pelo sul da faixa de Gaza (por Kerem Shalom).
É um dos mais de 20 vídeos publicados no canal que as Forças de Defesa abriram no Youtube na última segunda-feira.
"A blogosfera e as novas mídias são basicamente uma zona de guerra", disse a major Avital Leibovich, porta-voz do Exército, sobre o canal no Youtube (que chegou a tirar do ar imagens de bombardeios, posteriormente liberadas).”
Gazeta do Sul / Folha Online
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