“A Comissão Pastoral da Terra, o MST e outras entidades criticaram duramente o governo Yeda Crusius (PSDB-RS), acusado de corrupção e fraude na contratação de empresas pelo Detran regional, com um prejuízo estimado em R$ 44 milhões aos cofres públicos. Em nota divulgada nesta quinta-feira (12/6), movimentos sociais afirmam que a corrupção do governo tucano faz parte do mesmo projeto político que criminaliza os trabalhadores que lutam por seus direitos.
“O Rio Grande do Sul vive um Estado de Exceção. Toda e qualquer manifestação social é reprimida com violência pela Brigada Militar sob ordens da Governadora Yeda Crusius. São freqüentes os episódios de trabalhadores e trabalhadoras algemados, feridos com balas de borracha e atingidos por bombas de gás lacrimogênio e pimenta. Professores, metalúrgicos, sem terras, desempregados... a violência do Estado contra os pobres é cotidiana nas abordagens da polícia para os trabalhadores, sejam nos bairros, sejam nos movimentos sociais”, diz a nota.”
Marcelo Salles, Fazendo Media
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