Coisas da Política: O mito racial e o QI dos baianos

“O mais primitivo dos instintos humanos é o do medo ao diferente. Deixando de lado a evidência científica de que a vida dos homens se iniciou na África, podemos imaginar como foram os primeiros contatos entre os negros e os brancos, surgidos depois da demorada diáspora. Do medo ao diferente, surgiu a astúcia do medroso em buscar, para si mesmo, qualidades superiores às do temido. Não se fundando na realidade genética – o racismo se exacerba em todas as suas manifestações. Não é a aparência que forma a habilidade intelectual e o comportamento ético dos homens. O que identifica os grandes e pequenos grupos humanos é a cultura, são os hábitos, os ritos aos quais se vinculam.

Espanta que um médico e educador, elevado à coordenação dos cursos de medicina da Universidade Federal da Bahia, dê à opinião pública a explicação de que a má avaliação do setor a seu cargo se deve ao baixo quociente de inteligência dos baianos.”
Mauro Santayana, Jornal do Brasil
Artigo Completo, ::Aqui::

Comentários