“Não é só nos corredores da Câmara Municipal que as discussões do novo Plano Diretor provoca debates calorosos. O atraso de cinco anos na elaboração da nova lei, que determina as diretrizes das políticas de habitação e saneamento da cidade, levou o projeto aos tribunais. O prefeito Cesar Maia corre risco de ser processado por improbidade administrativa, podendo ficar inelegível por até oito anos. O Judiciário entrou na polêmica há quase quatro anos, quando recomendou que a Câmara devolvesse ao gabinete do prefeito o primeiro projeto de revisão ao Plano Diretor. Três anos depois, quando o texto já assumira sua versão atual, o MP pediu novas mudanças aos vereadores.
A representação do MP veio de encontro às pretensões do Fórum Popular de Acompanhamento do Plano Diretor, associação composta por representantes da sociedade civil insatisfeitos com o projeto apresentado. O movimento considera os trabalhos relacionados ao plano uma "farsa".
Jornal do Brasil
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