“Com pressa para produzir gás na Bolívia, a estatal brasileira poderá selar parcerias com as multinacionais Repsol, British Gas ou Total, empresas cujos projetos de exploração encontram-se em estágio mais avançado que os da empresa brasileira. No entanto, qualquer que seja o caminho do país para importar mais gás do vizinho andino, o aumento dependerá de investimentos também na infra-estrutura de transportes do país, já que o gasoduto opera no limite da capacidade.
Considerando-se só os investimentos na expansão do gasoduto, fontes da própria companhia admitem que só em dois anos - tempo mínimo de ampliação do gasoduto Bolívia-Brasil - será possível expandir a importação do insumo. Em La Paz, o presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli, tem a missão de negociar saídas para a escassez do insumo no Brasil. A retomada de novos investimentos no gasoduto deverá ser um dos assuntos entre o executivo e o presidente Evo Morales.”
Sabrina Lorenzi, Jornal do Brasil
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