“A menos de um mês das eleições presidenciais argentinas, no dia 28 de outubro, a apatia do eleitorado domina a campanha que, segundo pesquisas de opinião, mantém o favoritismo da presidenciável Cristina Fernández de Kirchner, da Frente para a Vitória.
São poucos os cartazes nas ruas das principais cidades do país e raros os anúncios da propaganda eleitoral nas emissoras de rádio e televisão.
"A campanha só está começando agora, mas será preciso algum fato muito bombástico para que Cristina não vença, seja no primeiro ou no segundo turno", disse à BBC Brasil o analista político Sérgio Berensztein, da consultoria Poliarquia, de Buenos Aires.
"Se Cristina não chegar a vencer no primeiro turno, vai se repetir aqui o que aconteceu com Lula, no Brasil. No segundo turno, como Lula, ela aumentará a distância para o adversário que deverá ter menos votos que no primeiro turno, como aconteceu com (Geraldo) Alckmin", completou.”
Da BBC Brasil
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