“Julgamento do STF sobre fidelidade pode trazer de volta o ex-presidente da Câmara, embora definição dependa de regulamentação do TSE
O julgamento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a fidelidade partidária (leia) abriu um horizonte para o ex-presidente da Câmara Severino Cavalcanti (PP-PE). Longe da Casa, depois de renunciar ao mandato no escândalo do “mensalinho”, ele não conseguiu se reeleger no ano passado. Ficou como primeiro suplente da coligação que elegeu Marcos Antônio (PE), então no PSC.
O problema é que o titular da vaga mudou para o PAN em 1º de fevereiro, no início dos trabalhos do Legislativo. Em junho, ele deixou a nova legenda, incorporada pelo PTB. Em 4 de julho, informou à Secretaria Geral da Mesa da Câmara que estava filiado ao PRB. Por ter trocado de legenda após 27 de março, data-limite estabelecida ontem pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como marco da fidelidade partidária, o pernambucano corre o risco de ter o seu mandato questionado.”
Eduardo Militão, Congresso em Foco
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