“O procurador-geral de Justiça de São Paulo, Rodrigo César Rebello Pinho, ficou satisfeito com a decisão do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público) que, contrariando medida do Órgão Especial do MP-SP (Ministério Público de São Paulo), suspendeu o vitaliciamento e afastou das funções o promotor Thales Ferri Schoedl. Em 2004, Schoedl matou um rapaz e feriu outro na Riviera de São Lourenço, litoral de São Paulo.
“Concordo integralmente com a decisão do conselho”, disse Pinho. “No meu entendimento, ele já deveria ter sido expulso do MP-SP há muito tempo.”
Danielle Ribeiro, Última Instância
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