Ascenção e queda de William Bonner

“Para quem acha que o "messias" volta, está aí um prato feito. Volta ou não volta, quem sabe já não está aí? Ao que me conste William Bonner é o próprio. Cristo entrou em Jerusalém montado num jerico. Bonner, dois e mil e tantos anos depois entra na casa de cada um de uma só vez (onipresença) por conta da tecnologia, uma espécie de anjo de guarda blindado, segurança que a revelação neoliberal e o "venha a nós tudo ao vosso reino nada" será rigorosamente observado pelos "fiéis/incautos".

Pena que não lhe tenha sido atribuída a energia de promover milagres. Teria enchido a pista principal do aeroporto de Congonhas de ranhuras e evitado o acidente com o avião da TAM. Os texanos, por exemplo, resolveram esse problema de forma simples. Ou o Superman, ou a família Marvel e nas selvas de Bengala o Fantasma que anda. E tem o Homem Aranha, o Aqua Man, a Mulher Maravilha, isso, mais aquilo, aquiloutro e tudo a cores produção Metro Goldwin Mayer, direção de George Walker Bush.

Desconfio que esse Walker de Bush seja uma espécie de código para o Fantasma. É que o herói, quando vem a plagas ditas civilizadas, se auto-denomina "Mr. Walker". Para os urbanos mr. Walker é apenas o marido da milionária Diana Palmer. Leva vantagens de léguas sobre Superman e Lois Lane. O cara conseguiu reverter a lua de mel, falo do homem de aço.”
Laerte Braga, Novae
Artigo Completo, ::Aqui::

Comentários