“A Airbus, fabricante da aeronave da TAM que se chocou contra um prédio da empresa no dia 17 de julho, disse, em comunicado enviado para as companhias que operam com aviões da empresa, que as informações contidas nas caixas-pretas do avião acidentado no Aeroporto de Congonhas não mostram evidências de mau funcionamento da aeronave. A informação é do Jornal Nacional.
O documento, que foi enviado na quinta-feira pelo Departamento de Segurança da Airbus, após o cruzamento das informações contidas nas duas caixas-pretas da aeronave, lembra que a divulgação dos dados foi aprovada pelas autoridades brasileiras.
A Airbus reitera que o avião podia voar com o reversor direito desligado e que havia um manual de procedimentos de pouso atualizado a bordo do avião.”
Portal Terra
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Erro de comandante é a causa de acidente, diz revista
“Um erro cometido pelo comandante do Airbus da TAM impediu o avião de desacelerar o suficiente ao pousar, diz a edição deste sábado da revista "Veja". De acordo com a publicação, as informações obtidas na análise das caixas-pretas do Airbus A320, da TAM, indicam que uma das duas alavancas que regulam o funcionamento das turbinas da aeronave estava fora da posição quando o avião tocou a pista principal do Aeroporto de Congonhas, em 17 de julho.
As informações ainda são mantidas em sigilo pela comissão de investigação da Aeronáutica. Segundo a revista, o erro fez com que as turbinas do Airbus funcionassem em sentidos opostos: enquanto uma ajudava o avião a frear, a outra o fazia acelerar. O que explicaria a súbita curva que o A320 fez e o levou a bater no prédio da TAM Express, em frente ao Aeroporto de Congonhas. No desastre, morreram 199 pessoas - o que tornou o acidente o maior da história da aviação brasileira.”
Agência Estado / VEJA
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