“Após uma proposta rebaixada do governo paulista, os metroviários paulistas deflagraram greve à meia-noite do dia 2 de agosto e, na tarde do mesmo dia, decidiram manter o movimento. A paralisação foi a última alternativa encontrada pela categoria, que sugeriu ao governo um sistema de funcionamento emergencial do transporte.
Em resposta à decisão da justiça do trabalho, que determinou o funcionamento de 85% dos trens no horário de pico e 60% nos demais horários, os metroviários propuseram à Companhia do Metropolitano (Metrô) e ao governo do Estado que os usuários obtivessem acesso gratuito às estações.
"Com 85% nos horários de pico, a população receberia um serviço precário, e por isso, achamos que ela não deveria pagar por esse serviço. Mas o governo zombou de nossa proposta. A verdade é que ele não admite perder receita e prefere prejudicar a população", afirma Manuel Xavier, diretor de comunicação do Sindicato dos Metroviários.”
Brasil de Fato
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