“Resultado da maior arrecadação de tributos em todas as esferas de governo e do ritmo pouco dinâmico das despesas com investimento, o superávit primário recorde de 5,9% do PIB (R$ 71,7 bilhões) acumulado entre janeiro e junho não deve se manter na segunda metade do ano. A progressividade dessa diminuição vai ser dada, no entendimento do Banco Central, pelo ritmo de gasto do setor público.
A formação desse superávit obedeceu a um padrão verificado nos últimos anos de acumulação no primeiro semestre, seguida de redução na segunda metade do ano. A diferença é que o percentual consolidado entre janeiro e junho de 2007 é maior que o registrado em igual período de 2006 (5,17%), de 2005 (5,81%), de 2004 (5,56%) e de 2003 (5,38%).”
Luciana Otoni / Politicall
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