“O presidente Néstor Kirchner voltou a minimizar os problemas energéticos da Argentina e reclamou mais investimentos por parte das empresas do setor. Ele também deixou claro que vai continuar estimulando o crescimento do país, em um momento em que a escassez de gás e de eletricidade freia a indústria e limita a oferta de bens básicos. "Quero uma Argentina ao limite", disse, durante discurso na Casa Rosada.
Segundo o presidente, durante a década de 90, o gás argentino era desperdiçado "porque não havia forma de transportá-lo para os centros de consumo. Não fazia falta porque o país tinha se dedicado a ser um país de serviço e não um país com uma indústria forte".
Marina Guimarães / O Estado de São Paulo
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