Universidade sitiada?

“O debate sobre a universidade pública está na ordem do dia. A ocupação da reitoria da Universidade de São Paulo (USP), a maior do País, chamou a atenção de toda a sociedade para a crise dessas instituições. Crise atribuída aos estudantes, mas que é gerada de fato pelo Palácio dos Bandeirantes, quando apostou na passividade de muitos dirigentes, professores e funcionários para realizar a sua política de maneira tão vertical.

Coube ao movimento estudantil, como na maioria das vezes, iniciar a confrontação em defesa da educação pública. O movimento na USP e nas demais instituições não acontece sobre um vazio, por capricho ideológico ou voluntarismo juvenil. O fato é que a educação do Estado e do Brasil vivencia uma crise aguda. E os decretos só vieram a reforçar esse cenário.”
Gustavo Petta, Presidente da UNE / O Estado de São Paulo
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