Quebra de patente não deve gerar retaliação de laboratório

“O governo brasileiro diz não acreditar que a quebra de patente do medicamento Efavirenz, usado no tratamento contra a Aids, leve a uma retaliação por parte dos laboratórios estrangeiros. Para o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, a medida anunciada nesta sexta-feira foi restrita a um único remédio e, além disso, o mercado interno é de US$ 10 bilhões por ano.

"Não acho que seja uma medida que ameace a presença de empresas de medicamentos no Brasil. O Brasil está entre os dez principais consumidores de medicamentos no mundo", afirmou.

Nesta sexta, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o termo de licenciamento compulsório do Efavirenz, o que, na prática, representa a quebra da patente do medicamento. O remédio é usado por 75 mil dos 200 mil pacientes de Aids atendidos pela rede pública brasileira. A estimativa do governo é que a quebra da patente traga uma economia de US$ 30 milhões ao ano até 2012.”
Folha Online
Matéria Completa, ::Aqui::

Comentários