Profissão perigo

“A rigor, bem a rigor mesmo, aos jornalistas só coube uma suposta vitória: a exigência do diploma – as faculdades adoraram a medida – porque jornais, revistas e emissoras de televisão só queriam contratar ‘mauricinhos’ e ‘patricinhas’ que tivessem carro, comida, roupa lavada papai para sustentar e jamais precisar de uma coisa fundamental chamada salário.

Mesmo assim, as grandes empresas driblam a lei chamando seus pseudo-contratados de ‘convidados especiais’ e agora lutam para que todos os jornalistas sejam pessoas jurídicas – a chamada ‘pejotização’ – que coloca um ponto final nas leis trabalhistas. Ou seja: as empresas dão um pontapé em FGTS, férias, 13º salário, licença maternidade e indenizações por demissão. E os que restam com carteiras profissionais assinadas – como proclamam PT, PDT e PTB em horário gratuito na televisão – são demitidos e, na ‘Injustiça do Trabalho’ passam a ser ‘reclamantes’ enquanto os patrões (coitados dos patrões!) são os eternos ‘reclamados’.”
Roberto Porto / Direto da Redação
Artigo Completo, ::Aqui::

Comentários