“Circula atualmente pela internet um e-mail que denuncia a discriminação e o preconceito declarados numa canção da banda Mastruz com Leite. Refiro-me à Bomba no Cabaré, que diz o seguinte: "Jogaram uma bomba no cabaré/ voou pra todo canto pedaço de mulher/ foi tanto caco de puta voando pra todo lado/ dava pra apanhar de pá, de enxada e de colher!/ no meio da rua tava os braços da Tereza/ No meio fio tava as perna (sic) de Raché/ Em cima da telha os cabelo (sic) de Maria/ No terraço de uma casa os peito (sic) de Isabé!/ Aí eu juntei tudo e colei bem direitinho/ fiz uma rapariga mista, agora todo homem quer/ pode jogar uma bomba lá no cabaré/ que eu junto os cacos das putas/ pra fazer outra mulher".
O problema é que esse tipo de discurso é mais comum do que pode parecer aos ouvidos não poluídos pelos sons cotidianos de nossas cidades.”
Mariângela Ribeiro / Adital
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