Em ritmo lento

“Amanhã, a chefe da Casa Civil, ministra Dilma Rousseff, faz um balanço oficial do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Nos últimos dias, a ordem no Palácio do Planalto era para que os ministérios corressem para liberar os recursos represados pela burocracia. Na tentativa de apressar a concessão de licenças ambientais - fundamentais para fazer deslanchar as obras, por exemplo, no setor de energia - o Ministério do Meio Ambiente anunciou uma reformulação administrativa que culminou com o desmembramento do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).

Além do Ibama, que continuará responsável pela fiscalização, controle e concessão de licenças ambientais, foi criado o Instituto Brasileiro da Conservação da Biodiversidade (Inbio), que ficará responsável por toda a parte de conservação ambiental e monitoramento da fauna e flora do país.

Até a primeira quinzena de abril, os números do PAC eram desanimadores. Do total de R$ 7,4 bilhões reservados no Orçamento da União para obras do programa nas áreas de transporte, energia, saneamento, habitação e recursos hídricos, só R$ 401,8 milhões haviam sido desembolsados, o equivalente a 6% do total.”
Jornal do Brasil
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