De acordo com a assessoria do MPT, os empregados foram aliciados por intermediadores de mão-de-obra (gatos) para várias frentes de trabalho na exploração de eucalipto. Muitos estavam em alojamentos precários fornecidos pela empresa, usando água de córrego, sem banheiros, com jornadas de 12 horas diárias, sem folga semanal.”
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