“A rua pertence ao povo e este a usa para os mais diversos propósitos: festejos; competições esportivas; passeatas de protesto; apresentações teatrais; áreas de lazer etc.etc. Obviamente, numa cidade como São Paulo, cuja estrutura viária não dá abasto ao movimento normal das pessoas, essas ocupações temporárias de um espaço viário por um grupo de pessoas atrapalham o trânsito e causam incômodo aos que precisam utilizá-lo. Essa pequena desordem é um dos preços que pagamos pela democracia.
As autoridades municipais procuram organizar e reduzir ao máximo esse tipo de uso das ruas e praças, mas, normalmente, os interessados conseguem utilizá-los.
Por isso, não se pode passar em branco a proibição da Via Sacra que a Pastoral dos Moradores de Rua queriam realizar no centro da cidade, durante a Semana Santa.”
Correio da Cidadania / Editorial
Matéria Completa, ::Aqui::
Comentários