"Na avaliação do presidente da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), brigadeiro José Carlos Pereira, o acordo firmado entre o governo e os controladores de vôo “foi uma espécie de estancamento de hemorrogia grave”.
Segundo ele, o Brasil poderia "sofrer danos seriíssimos se naquela madrugada" o problema não fosse contornado. "Corríamos o risco de ter o espaço aéreo brasileiro inteiro interditado sob o ponto-de-vista internacional”, afirmou, referindo-se ao fechamento dos aeroportos , que começou ao final da tarde de sexta-feira e se estendeu durante a noite, provocado pela greve dos controladores de vôo.
Pereira ponderou que o problema necessita de "um tratamento longo" e, por isso, é difícil afirmar quando a situação estará normalizada. “É necessário, a partir de amanhã, evitar novas hemorrogias, corrigir todas as feridas e danos que foram causados. É difícil fazer previsão temporal. Acredito que tudo esteja pronto e funcionando em menos de um ano e meio”.
O Dia / ABr
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