O governador carioca considera o tema "importantíssimo" e ressaltou que ele já é discutido em países europeus e nos Estados Unidos. "Temos que colocar na balança o custo-benefício da proibição das drogas. Até que ponto a proibição das drogas não tem levado muito mais gente a morte do que se houvesse uma discussão pela sua legalização com a presença da Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização das Nações Unidas (ONU) e de fóruns internacionais para discutir esse tema de maneira verdadeira.
Cabral Filho ressaltou que, por conta da proibição das drogas, o tráfico de armas é mais intenso em países subdesenvolvidos, como africanos, asiáticos e latino-americanos. "Nós temos que rever de uma maneira séria esta questão. Não é o governador do Rio de Janeiro, é o homem público que acha que é importante esta questão ser colocada".
Iolando Lourenço e Marcos Chagas / Agência Brasil
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