A operação —que também contou com a DRT-MA (Delegacia Regional do Trabalho do Maranhão) e com a Polícia Federal— encontrou as fazendas Canaã e Mirabella 2 mantendo, respectivamente, 32 e 46 pessoas alojadas em locais utilizados por porcos, com redes para dormir instaladas em currais ainda em atividade. Todos conviviam com animais.
Os trabalhadores eram submetidos a jornada exaustiva, consumindo água e alimentação sem qualidades mínimas. Foi constatada, ainda, prática de cobrança de equipamentos necessários ao trabalho como botas, foices e enxadas. Além disso, após o período de trabalho de 15 dias, os empregados não recebiam quase valor nenhum pois eram efetuados “descontos” em seu faturamento.”
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