“O presidente não resistiu à mística do Maracanã. Convidado a cobrar pênaltis em uma das balizas do estádio, não se fez de rogado: tirou os sapatos e as meias, arregaçou as calças e partiu para as cobranças. Mandou uma na trave e duas para o fundo das redes. Muitos vão acusar o presidente de populismo e demagogia. Mas resistir à oportunidade única de bater um pênalti no Maraca é uma provação e tanto. Como diziam os Novos Baianos, “só se não for brasileiro nessa hora”.
Se Bill Clinton ficou como um pinto no lixo, nas palavras de Jamelão, ao bater um pênalti para Pelé defender em visita à Vila Olímpica da Mangueira, anos atrás, imagina a sensação de cobrar o pênalti no Maracanã?”
Mair Pena Neto / Direto da Redação
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