O PMDB tem funcionado menos como partido do país e mais como uma turbulenta fraternidade eleitoral. São os irmãos Karamazov da política brasileira, enredados por laços de sangue numa trama de ciúmes, traição, disputa por herança, vingança crime e passionalismo. Uma grande e barulhenta família.
Como sonhar não paga imposto (ainda), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva criou uma expectativa muito alta para a convenção de domingo. Além de torcer por Nelson Jobim, Lula espera que o vencedor – mesmo que seja Michel Temer, como ele admite – entregue um partido unido à coligação governista.”
Ricardo Amaral (interino) / Franklin Martins
Matéria Completa, ::Aqui::
Comentários