“Ao chegar ao Brasil no final da tarde desta sexta-feira (8), para um giro por cinco países a América Latina, o presidente dos EUA, George Bush, traz na bagagem muito mais do que a mera proposta de acordo comercial com o Brasil para o fornecimento de etanol ao mercado estadunidense.
A visita de Bush ao Brasil, e a do presidente brasileiro Lula a Camp David em 31 de março, podem não se restringir ao comércio. Elas têm todas as condições para evoluir a discussões sobre uma aliança de longo prazo entre os dois países, em torno da substituição do consumo de gasolina pelo de álcool, em nível mundial.
Essa não é uma tarefa fácil, mas promissora para quem a liderar - e os dois países já são responsáveis por 72% do etanol produzido no planeta. O mercado internacional de etanol ainda está na casa de 50 bilhões de litros anuais. Mas, se o álcool substituir a gasolina como combustível internacional, em um contexto de diminuição de gases causadores das mudanças no clima, estaremos falando da substituição de 1,2 trilhão de litros de gasolina consumidos anualmente no mundo.”
Carlos Tautz / Adital
Artigo Completo, ::Aqui::
A visita de Bush ao Brasil, e a do presidente brasileiro Lula a Camp David em 31 de março, podem não se restringir ao comércio. Elas têm todas as condições para evoluir a discussões sobre uma aliança de longo prazo entre os dois países, em torno da substituição do consumo de gasolina pelo de álcool, em nível mundial.
Essa não é uma tarefa fácil, mas promissora para quem a liderar - e os dois países já são responsáveis por 72% do etanol produzido no planeta. O mercado internacional de etanol ainda está na casa de 50 bilhões de litros anuais. Mas, se o álcool substituir a gasolina como combustível internacional, em um contexto de diminuição de gases causadores das mudanças no clima, estaremos falando da substituição de 1,2 trilhão de litros de gasolina consumidos anualmente no mundo.”
Carlos Tautz / Adital
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