“Vêm aí a reforma ministerial, o encontro do presidente Lula com os 27 governadores, a votação das primeiras propostas relativas ao PAC e o envio de novas medidas destinadas ao ajuste de longo prazo, como o fundo de previdência complementar dos servidores, e a gestão fiscal de curto prazo, como a renovação da CPMF e da DRU.
Tudo isso porque o país vai entrar, muito brevemente, no chamado "depois do Carnaval", período para o qual são transferidas algumas decisões importantes relativas ao início do ano, o que se deve, no geral, mais a uma questão de calendário do que propriamente a um eventual espírito de folia.
A reforma ministerial não se enquadra nem em um caso nem em outro. Trata-se de mera coincidência. Esperada para a posse do presidente para novo mandato, vem sendo adiada ora por necessidade de articulações políticas, ora pelas eleições no Congresso, ora para testar a fidelidade dos partidos que integram a coalizão governista.”
Carlos Lopes / Politiccal.com

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