Para ele, toda negociação no plano internacional apresenta duas dimensões, em que perdas a curto prazo podem representar ganhos futuros.
“É claro que essa decisão pode descontentar consumidores de gás e acionistas da Petrobrás, mas isso pode garantir a expansão do capitalismo brasileiro em um prazo de tempo maior”, afirmou Saraiva em entrevista à Rádio Nacional.
Na opinião dele, essa expansão pode ocorrer com a internacionalização de empresas brasileiras, o que não é possível sem concessões aos vizinhos mais frágeis. A postura do Brasil, avalia o professor, faz parte de um projeto de ampliar o prestígio externo e o mercado.”
Marcos Agostinho / Agência Brasil
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