Com o movimento, os presos não saíram para audiências em fóruns e para o trabalho. Eles, no entanto, mantiveram os serviços essenciais de cozinha e de lavanderia.
Não há registro de incidentes nas unidades envolvidas no protesto. De acordo com a secretaria, a rotina de alimentação e atendimento médico está mantida. "As 144 unidades prisionais operam dentro dos padrões de segurança e disciplina", diz em nota.
O motivo do protesto não foi confirmado. Uma das possibilidades seria a suspeita de maus-tratos na penitenciária 2 de Presidente Venceslau (620 km de São Paulo) --unidade que abriga integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).”
Folha Online
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