Para eles, rachaduras em paredes e o afundamento da rua foram sinais da tragédia ignorados durante um ano. "Só um tonto não entende", desabafa a esteticista Carmem de Leoni, de 64 anos, que durante 10 meses antes da tragédia já lutava para preservar seu imóvel localizado no número 87 da Rua Capri.
Atas de reuniões entre o Metrô e o Consórcio Via Amarela obtidas pela revista "Época" mostram que o afundamento da Rua Capri foi notado pelos responsáveis pelas obras um ano antes do acidente.”
Portal G1
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