"O presidente do grupo que controla a Ocean Air, German Efromovich, disse ontem que a companhia "pode quebrar" e ser forçada a demitir cerca de 3 mil funcionários, caso seja mantida a proibição de pousos e decolagens do Fokker 100 no Aeroporto de Congonhas.
Dos 28 pousos e decolagens que a Ocean Air opera em média, por dia, em Congonhas, 90% são realizados por Fokker 100.
Segundo Efromovich, o juiz Ronald de Carvalho Filho foi induzido ao erro porque a aeronave não oferece risco.
- Se nós entendêssemos que a operação não era segura, nós mesmos deixaríamos de operar os vôos - afirmou o executivo da Sinergy, empresa que, além da Ocean Air, controla a Avianca.”
Jornal do Brasil

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