De acordo com Amin, promotor da Habitação e Urbanismo de São Paulo, isso poderá ocorrer caso o laudo pericial, que será realizado pela entidade no local, constate que os trabalhos da obra ainda poderão oferecer riscos à população no futuro.
“Caso não seja comprovado que há segurança suficiente, ou se houver algum entrave que não puder ser contornado, se a obra não for embargada administrativamente [pela Prefeitura ou Estado], iremos pedir, em ação civil pública, a paralisação das obras”, afirmou.”
João Novaes / Última Instância
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