Os dois procuradores mostram-se preocupados com o resultado do julgamento no Supremo, que, segundo eles, pode, “ainda que em tese”, resultar em estímulo à corrupção. “O que o Supremo Tribunal Federal decidirá é se, ainda que em tese, agente político (no caso o deputado federal Raul Jungmann era ministro de Estado quando praticou os atos de improbidade) pode ser processado e punido pela Lei de Improbidade”, diz a nota.”
Camilo Toscano / Última Instância
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