A Promotoria de Justiça e Cidadania investiga cinco contratos, a partir de denúncia anônima, segundo a qual, "por meio desses escritórios, com preços superfaturados pelos serviços, há repasse de verbas para terceiros interessados".
Nessa denúncia anônima, foi citado contrato com o Escritório Amaury Nunes Advogados, de Brasília, "para atuar em processo na cidade de Mogi das Cruzes, pelo valor módico de R$ 700 mil". A peça acrescenta que o "referido advogado é amigo do diretor jurídico, Daniel Rodrigues Alves, e do presidente Carlos Eduardo Monteiro"."
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