Lula disse que não vai antecipar as medidas, pois ainda estão em fase de ajuste. Segundo ele, o conjunto de ações tem o objetivo de provocar o governo, empresários e trabalhadores para que a economia do país deslanche.
“O desafio que temos agora é provocar, não apenas internamente o governo, as instituições do governo, mas provocar de maneira boa o empresariado e os trabalhadores, para que a gente dê sustentabilidade a uma política de crescimento definitiva no país. Temos que destravar o país. Muita coisa atrapalha o crescimento”, afirmou, após encontro com representantes da União Nacional da Construção.
O ministro Tarso Genro, das Relações Institucionais, afirmou que o Conselho Político não é deliberativo, em resposta a indagação sobre a possibilidade de mudança em alguma medida, se houver discordância dos conselheiros. “O Conselho emite opiniões políticas. O presidente vai acatá-las ou não”, afirmou, depois da primeira reunião do Conselho, realizada hoje (13 no Palácio do Planalto.
Participaram da reunião Marco Aurélio Garcia, presidente interino do PT; José Renato Rabelo, presidente do PCdoB; Roberto Amaral, presidente do PSB; Vitor Araújo dos Santos, presidente do PRB; Michel Temer, presidente do PMDB; Carlos Lupi, presidente do PDT; Alfredo Nascimento, presidente do PR; José Luiz Penna, presidente do PV; Nélio Dias, presidente do PP, deputado José Múcio, líder do PTB na Câmara; senador Marcelo Crivela, do PRB e o governador eleito de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB).”
Carolina Pimentel / Agência Brasil 
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