“O ministro da Justiça, Marcio Thomaz Bastos, criticou ontem a decisão do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) de aumentar para R$ 24,5 mil o teto salarial dos procuradores e promotores dos estados. Bastos disse temer que a medida afete o equilíbrio das contas públicas.
"É fundamental que seja mantida a política de responsabilidade fiscal, que não começou no nosso governo, mas existe e precisa ser preservada", afirmou, após participar de um encontro com os membros do Conselho de Secretários de Justiça e Direitos Humanos dos estados.
Ele demonstrou confiança de que o reajuste seja derrubado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a pedido do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza, também presidente do CNMP.
"No Estado de Direito, um poder controla o outro e, com isso, os problemas são corrigidos. Nesse caso, o STF dará a última palavra", observou.”
Tribuna da Imprensa

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